Conheça três livros que Antonio Fagundes mais ama
Antonio Fagundes. Foto: Renato Almeida

Conheça três livros que Antonio Fagundes mais ama

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Ator, diretor e também escritor, Antônio Fagundes é a personalidade literária do ano no IX Fliaraxá. Sendo assim, ele participa do festival na noite de abertura, dia 28 de outubro, às 20h, em uma conversa com o escritor português Valter Hugo Mãe e Afonso Borges. 

Além de ator de novelas da Rede Globo, como “Avenida Paulista”, “Amor à Vida” e “Terra Nostra”, o artista é escritor, sobretudo de textos teatrais. As peças “Pelo Telefone”, de 1980, e “Sete Minutos”, de 2002, por exemplo, são de autoria dele. Em 2019,  interpretou o editor Alberto na novela “Bom Sucesso”, personagem que o incentivava à leitura e ao amor aos livros, características também presentes em Fagundes. 

Em sua participação no Sempre Um Papo, em julho, ele revelou que tem um enorme amor pelos livros. Contou que já deixou de comer para comprar um livro. Além disso, tem em casa um biblioteca grande e construiu uma biblioteca comunitária em Ourinhos-SP. Como um bom amante da leitura, ele indica três livros que mais admira. 

 Dom Quixote de la Mancha, Miguel de Cervantes

O livro do escritor espanhol foi lançado em 1605. É composto por 126 capítulos, divididos em duas partes. Faz parte de um período de mudança na forma de escrita no país europeu. Em resumo, é uma paródia de romances de cavalaria. Sendo assim, conta a história do fidalgo Dom Quixote, que ama livros de cavalaria e quer imitar os heróis, e a do amigo Sancho Pança. É o melhor livro de ficção de todos os tempos segundo o Clube do Livro Norueguês. De acordo com Fagundes, a escolha da indicação é pela criação do romance moderno. 

A obra de Shakespeare 

Fagundes recomenda a leitura de todas as obras de Shakespeare, “pela invenção do humano (no dizer de Harold Bloom)”. William Shakespeare foi um poeta, dramaturgo e ator inglês. É o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. Dentre as principais obras estão “Romeu e Julieta” e “Hamlet”.

Ulisses, de James Joyce 

Esta é uma indicação que, segundo o artista, foi feita pela revolução na literatura. Ulisses, de 1922, é a adaptação da Odisseia de Homero. Em 18 episódios, cada um com um tema, Joyce passa por diferentes aspectos da fisiologia humana para falar sobre a viagem aventurosa de Odisseu. O teatro, o cinema e  a TV já retrataram o texto e está entre os 100 livros do século segundo Le Monde. 

IX FLIARAXÁ  FESTIVAL LITERÁRIO DE ARAXÁ  28 DE OUTUBRO A 1º DE NOVEMBRO DE 2020

Transmissão virtual 24 horas pelo site e YouTube

 www.youtube.com/fliaraxá 

Informações: www.fliaraxa.com.br